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HQ - Shazan!
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A criatividade de Bel Borba
no PALACETE DAS ARTES RODIN BAHIA faz a Fonte Nova ressurgir dos escombros



O universo é formado por quatro elementos: fogo, terra, ar e água. Há quem acredite que são cinco. O universo de Bel Borba é formado por sete. Sete “Belementos”, de acordo com Burt Sun, curador da exposição que será inaugurada no dia 13 de janeiro pelo Palacete das Artes Rodin Bahia / Diretoria de Museus do IPAC e SECULT/BA que promovem o evento.
A abertura acontece às 19 horas, com entrada franca. Aqui, em Sete Elementos é o nome da mostra que espelha a própria vida e obra do artista e traz à tona a forma como Bel vê e se relaciona com o próprio mundo. Serão setenta dias – ou um piscar d’olhos – para conferir a diversidade de Bel Borba, suas múltiplas facetas, a partir de sua produção mais atual, separada em grupos criativos, os tais Bel elementos: Fonte Nova, Traço de Luz, Tapetes Voadores, Bela, Treeth (do inglês tree+teeth), Azulejo da Vida e Cidade. A exposição fica aberta ao público até o dia 23 de março de terça a domingo das 10h às 18h

Cápsula do Tempo

“Tudo à nossa volta tem, em si, uma quantidade incrível de informações, uma narrativa própria. É preciso estar atento para perceber”, considera o artista. A maior prova desse pensamento está nesta que, se não é a maior, possivelmente é a exposição mais “pesada” que Salvador já viu. Logo na entrada, paredes pretas contrastam com peças alvas com mais de cinco metros de altura, quase três metros de base e mais de sete mil quilos de peso. É a Fonte Nova que ressurge diante do público, em monólitos lapidados minuciosamente por Bel e que parecem ainda vibrar a emoção que está guardada ali. Blocos remanescentes das colunas que sustentaram um templo de paixões para os baianos e que agora, como cápsulas do tempo, nos conduzem da
perplexidade a um contato inevitável com sensações íntimas, anseios, lembranças. “Quando eu olho para esses destroços, eu posso ouvir o som e os ecos das pessoas que em algum momento ali estiveram, choraram, gritaram com euforia, brigaram…”,
conta o artista. “Acredito que o público vá sentir o mesmo”, incita. Estamos acostumados ao Bel que recicla e ressignifica a matéria comum, assim como símbolos e o próprio tempo guardado na memória de quem observa suas criações. Mas desta vez ele vai além e consegue nos fazer reviver – coletivamente – um ícone, a partir das vivências pessoais de quem visite a exposição. Não seria exagero dizer que o próprio Bel se superou.
Mesmo tendo acompanhado todo o processo, o curador da mostra conta que ficou de queixo caído quando viu o resultado. “É muito expressivo e surpreendente em cada detalhe”, justifica. Para o galerista Paulo Darzé, Aqui, em 7 elementos apresenta
“trabalhos de altíssima qualidade e valor criativo e que só um artista senhor do seu fazer, um artista pleno, poderia produzir”.


Sobre Bel Borba

O fotógrafo e consultor de arte Burt Sun, responsável pela organização da exposição, vive entre Nova Iorque e Salvador e transita em galerias americanas, europeias e brasileiras. Mesmo com convivência de amigo, ele diz ainda ficar deslumbrado com a forma como Bel cria e recria objetos e símbolos que podem ser facilmente compreendidos e decifrados por todos. Bel Borba e sua arte urbana se insurgem contra o panorama ameaçador da cidade, com invasão de automóveis, velocidade perigosa,
engarrafamentos, deserto de pessoas e muitas formas de violência, na opinião do Secretário de Cultura, Albino Rubim.
“Sua rebeldia traduzida em marcantes intervenções produz experiências, sentidos e olhares (…) produz significados e sentimentos de pertença na devastadora selva de pedra, árida de sentidos. Sua singular intervenção reanima e revitaliza os espaços públicos”, considera o secretário.
“Para o Palacete das Artes Rodin Bahia é uma honra receber esse irrequieto e inventivo artista que faz das ruas das cidades suas galerias”, declara Murilo Ribeiro, diretor do Museu. Paulo Darzé complementa: “A obra de Bel Borba é um presente
para a cidade e bastaria isto para colocá-lo como uma das maiores expressões na arte do Brasil”.



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Hélio Roberto Lage

Em memória (1946 / 2006) - Helio Roberto Lage pertenceu à história dos nossos quadrinhos/cartuns. Além de humorista, foi arquiteto e pintor nas horas vagas. Desenvolveu sua atividade de cartunista com bastante brilho e se tornou um nome respeitado entre os que fazem humor em quadrinhos.
Lage, um mestre do humor que brincava com o traço, ria como criança das suas próprias caricaturas e charges. Brindou o público baiano por mais de trinta anos, publicando suas tirinhas e charges na Tribuna da Bahia, sempre mostrando o relacionamento humano e seus conflitos. Foi o primeiro a fazer, na Bahia, charges animadas para o jornal da TVE e também para a Revista Eletrônica Soterópolis, também da TV Educativa da Bahia. Posteriormente, ele criou e animou a Série Baianidades, com os imperdíveis Ditados Populares.
Confira um pouco mais do trabalho deste grande e inesquecível amigo no portal do IRDEB www.irdeb.ba.gov.br, clicando em Galeria de Imagens para visualizar mais de 30 imagens que conseguí resgatar. Estas imagens, muitas em croqui, foram escaneadas e melhoradas no Phothoshop

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O personagem Mickey

Criado em 15 de maio de 1928, no curta animado mudo Plane Crazy. O primeiro desenho sonoro foi Steamboat Willie, e este é muitas vezes erroneamente apontado como sendo a primeira aparição definitiva do personagem. Sua reprodução vocal (dublagem) a partir de Steamboat Willie era desempenhada pelo próprio Walt Disney (entre 1928 e 1946). Evoluiu de um simples personagem de cartooning e tiras cómicas para um dos personagens mais conhecidos do mundo. Depois de Walt Disney, foi James G. MacDonald que assumiu a vocalização do Mickey e em 1977 Wayne Allwine, um aprendiz de James G. MacDonald que foi a voz do Mickey até a sua morte em 2009. Atualmente o Mickey é dublado por Bret Iwan.
Inicialmente batizado de Mortimer, o personagem teve seu nome alterado para Mickey Mouse por sugestão de Lillian, esposa de Walt Disney, que considerava o primeiro nome formal demais para o personagem. Inicialmente, Mickey bebia e fumava, mas a popularidade que ganhou em pouco tempo foi tão grande que Walt Disney resolveu torná-lo politicamente correto já em 1930. Disney considerava o camundongo um amuleto, já que seu sucesso quase imediato em 1928 fez com que saísse da miséria, portanto rechaçou diversas tentativas de seus sócios e subordinados de "matar" o personagem ainda nos anos 1930. Ele dizia (e sua esposa concordava): "Nunca liguei para garotas e continuo não ligando. Amo Mickey Mouse mais do que qualquer mulher que já conheci."
Na HQ brasileira atual, os seus melhores amigos são Pluto e Pateta e a sua namorada é Minnie. Há uma linha de histórias em que aparece o personagem Esquálidus, criado por Floyd Gottfredson. Em certas histórias, Mickey costumava andar com o Pato Donald (segundo a tradução brasileira, ambos moram na mesma cidade, Patópolis), mas os universos dos dois são separados.
Tipicamente, Mickey surge em calções vermelhos e sapatos amarelos, uma homenagem que seu criador, Walt Disney, fez à Ordem DeMolay, da qual era membro. Em outras linhas de histórias, são abordados variadíssimos temas; numa delas, Mickey é um detetive, e veste casaco e todo o traje costumeiro. Um dos temas mais conhecidos é o duelo constante com o inimigo Bafo-de-Onça e, noutro tema, também enfrenta o Mancha Negra.
Publicação e dublagens em Portugal e no Brasil as tiras de Mickey foram publicadas pela primeira vez no Brasil na revista O Tico Tico em 1930, nessa publicação Mickey era chamado de Ratinho Curioso. Atualmente em Portugal e no Brasil a publicação das revistas de banda desenhada cabe à Editora Abril. Além de seu próprio título mensal, Mickey foi destacado como personagem num dos manuais Disney e no Grande Livro Disney (1977). Compilado de Wikipédia, a enciclopédia livre.



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Roberio criou esta personagem quando ainda estudava na Escola de Belas Artes da UFBA. O desenho do boneco sofreu algumas alterações até chegar ao traçado atual. Roberio buscou inspiração na onça pintada brasileira, animal em vias de extinção. Por isso, sua personagem foi intitulada de Pintinha. Suas histórias mexem com o psicológico e temas da atualidade. Geralmente Pintinha contracena com o cachorro Mocotó e com o jegue Mocotó, o famoso trio nordestino.
Roberio publicou suas tiras nos grandes jornais de salvador, a exemplo da Tribuna da Bahia, Jornal A Tarde, Feira Hoje, Correio da Serra e extinto Jornal da Bahia.
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ARTES GRAFICAS






Robério Cordeiro, foi selecionado pelo CNED (Órgão do Ministério da Educação Nacional do Governo Frances ) para trabalhar nas cidades de Vanves, Poitiers e Rennes. Ficou sob a responsabilidade do Office Audio-Visuel da Universidade de Poitiers. Lá, foi elogiado pelo diretor do O.A.V., Mr. Marchessou françoise, bem como pela equipe de Artistas Gráficos. Posteriormente, conheceu as instalações do Futuroscope, o Parque Europeu da Imagem, composto de diversões e cinemas ultra-modernos; descobriu uma fantástica exposição de fotografias com jogos interativos. Ficou conhecendo o sistema de projeção Imax, que apresenta uma película com tamanho 10 vezes superior ao de um filme convencional, se projeta em tela gigantesca e sonorização de alta fidelidade. É no Tapis Magique que o espectador tem a sensação de voar de verdade sobre um continente, em companhia da mariposa Monarca, através da combinação de duas telas de 700m2 cada uma, sendo que a primeira imagem se projeta na horizontal e outra sobre o chão de vidro transparente, criando uma ilusão que dá a sensação de efeito real de profundidade.
Robério também foi convidado a conhecer o Pavilhão da Comunicação Mundial, premiado na exposição Internacional de Vancouver e doado aos franceses pelo Museu das Civilizações de Ottawa. Neste Pavilhão, dez telas são projetadas, simultaneamente, pôr dez projetores sincronizados, abordando a comunicação entre os homens, nada menos que desde a Pré-história.
O Setor da Vienne possui a maior parede de tele-monitores do mundo; são 819 televisores de alta definição, dirigidos pôr 8 computadores. Estas imagens múltiplas contam toda a história e os sonhos dos criadores do Futuroscope. Enfim, uma verdadeira aula de Ciências Tecnológicas, vez que o Parque Europeu da Imagem oferece o mais extraordinário espetáculo da história do cinema, através de imagens em alta resolução e as maiores telas de projeção, aliadas às técnicas Canadenses e japonesas.







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Arte Daniel Crosier - QUADRINHOS EM MADEIRA

Daniel Crosier chega para inovar as tradicionais Histórias em Quadrinhos, mudando completamente a plataforma bidimensional do papel. Ele usa madeiras, compensados cheios de veios e palitos de picolé para realizar seu trabalho com maestria. Assim, em vez do famoso bico-de-pena ele arma-se do pirógrafo e vai gravando a fogo suas imagens, Muitos efeitos são obra do acaso, a depender da trama e sulcos da madeira. Além de reproduzir suas versões de heróis consagrados, como Batman, Motoqueiro Fantasma e Hellboy, Crosier também ilustra histórias originais, como, por exemplo, a série Bartholomew of the Scissors, da Bluewater Comics.
Há quem diga que o Daniel faz tatuagem em madeira, outros que não passa de Xilogravura, técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reproduçao da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado, mas a verdade é que o artista faz um belo trabalho, tendo se destacado em muitas publicações, incluindo Bluewater "Bartolomeu de Tesoura", com gravador de Chad Helder e "Distorções Unlimited" com inker Peter Palmiotti. Mas ele também fez uma pilha de pranchas de madeira de arte pirografadas com o Motoqueiro Fantasma, Batman, Hellboy e outros personagens, e os resultados não são como qualquer outra coisa você está sujeito a ter visto.



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LANÇADO A BIOGRAFIA DE ELVIS PRESLEY EM QUADRINHOS


Os alemães Reinhard Kleist e Titus Ackermann reuniram alguns dos mais talentosos ilustradores da Alemanha e lançaram em 2007 a biografia do rei do rock no formato HQ. Posteriormente o livro foi publicado na França com grande repercussão. Por aqui, os fãs brasileiros podem respirar aliviados e se deleitarem, pois finalmente foi lançada no Brasil a tão esperada biografia de Elvis Presley em quadrinhos, um dos maiores ícones da música de todos os tempos.
Nos Estados Unidos da América nasceu Elvis Presley (8 de janeiro de 1935), o famoso músico e também ator de cinema, sendo mundialmente denominado de O Rei do Rock, também conhecido como Elvis The Pélvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 por sua maneira extravagante e ousada de rebolar, que ameaçava a sociedade conservadora e repressiva da época, quebrando regras, preconceitos e implantando uma nova estética musical.
Na excelente publicação, o leitor encontrará 128 páginas que mostram a trajetória meteórica do astro internacional, sua passagem por Hollywood, bem como muitas particularidade, excentricidades e casos amorosos que o levaram à decadência, a exemplo do seu conturbado divórcio com Priscilla, quando Elvis ficou muito triste e apresentou sintomas depressivos, passou a ter insônias e sob orientação médica foi prescrito remédios para dormir e para perder peso, mas que somados tornaram-se nocivos para seu organismo, levando-o à morte.
Outra polêmica envolvendo o nome de Elvis é a famosa frase "Elvis Não Morreu", slogan feito e massificado na TV brasileira, para a divulgação do filme de mesmo nome. Para alguns, essa frase tem um forte apelo de marketing, porém, muitos de seus fãs acreditam realmente que Elvis realmente ainda está vivo.


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Histórias em quadrinhos inspiram o design alemão Ingo Maurer na criação de luminária feita em papel


O designer alemão Ingo Maurer apresentou a luminária Bang Boom, tematizada a partir de balões, quadros e tipografia típica das histórias em quadrinhos. A luminária suspensa usa papel como matéria prima, disposto com cuidado para passar uma noção de um quadro de HQ em três dimensões. A Bang Boom é baseada em projetos anteriores do designer envolvendo iluminação e papel, para proporcionar um design inusitado com baixo custo.
Ingo Maurer é especializado em design de luzes e iluminação. Nascido na ilha de Reichenau, na Alemanha, estudou design em Munich e foi para os Estados Unidos em 1960, onde trabalhou como designer gráfico freelancer. Em 1963, voltou para seu país de origem e fundou o seu próprio estúdio, batizado de Design M, que desenvolvia e fabricava lâmpadas com base nos desenhos do fundador. Anos mais tarde, a empresa teve o nome mudado para Ingo Maurer GmbH, e desde o começo da década de 1980 emprega jovens designers e desenvolvedores.
Atualmente Ingo está com 68 anos, declarou recentemente que ama a energia do brasileiro, adora a cidade de São Paulo e tem um carinho especial pela Bahia. Inclusive afirma que já dançou lambada há 22 anos, em Arraial d'Ajuda, na Bahia.
Ele também prepara novos lançamentos, a exemplo do sistema de iluminação Hoi Polloi - ainda protótipo - que traz lâmpadas de vidro presas por presilhas a dois cabos de metal. Para terminar, a luminária de mesa Double T-Future traz quatro LEDs com lâmpadas orgânicas. Compilado derevistapegn.globo.com


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Filme do Popeye em 3D


Os fãs do Popeye, de todo o mundo, podem comemorar. Foi publicada a notícia na revista americana "Variety", os produtores da Sony planejam um longa em 3D do marinheiro mais famoso dos desenhos animados. Popeye é um fenomeno entre crianças e adultos e seu desenho é apresentado, incansavelmente, na TV mundial, há décadas e não perde o encanto. O personagem foi criado por Elzie Crisler Segar em 1929, para uma tira de jornal chamda Thimble Theater e em julho de 1933 estreou no desenho da Betty Boop, animado pelos estúdios Fleisher.
O estúdio Sony Pictures decidiu que era o momento do clássico de animação ganhar sua versão computadorizada. "O que me surpreendeu, foi o nível da animação. Era tão bonito e incrivelmente detalhado", disse Avi Arad, produtor executivo dos estúdios, sobre o material experimental do longa. Esta não é a primeira vez que "Popeye" ganha uma versão cinematográfica. Em 1980, Robert Altman dirigiu um longa baseado no desenho, com atores "reais". Robin Williams encarnou o herói. Ainda que o projeto não tenha data de lançamento, já se sabe que será produzido pelo estúdio Sony Pictures Animation com sua divisão ImageWorks, responsável por aplicar a tecnologia CGI. O filme terá como diretor Mike Jones e como produtor Avi Arad, conhecido por seu trabalho nas sagas "Homem Aranha", "Hulk" e "Homem de Ferro", entre outras..

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Maurício de Sousa lança seu primeiro personagem gay


O milhar de fãs que pediram no Orkut trama mais adulto e solicitaram uma revista com histórias falando de campanhas contra drogas, sexo seguro ou mesmo contra o preconceito homossexual, foram atendidos, vez que a diversidade sexual chegou aos quadrinhos na 6ª edição da revista Tina, já nas bancas, com o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. A revista Tina é uma publicação dirigida a um público adulto jovem, não tem nada a ver com a Turma da Mônica ou o público infantil ou infanto-juvenil, escreveu Mauricio de Sousa em sua página no Twitter. "A história que está provocando celeuma deve ser lida e interpretada pelo leitor."
Na história de capa, O Triângulo da Confusão, é apresentado Caio, um rapaz sem trejeitos ou clichês de um homossexual, mas que assume no final da história ter um “compromisso” com outro rapaz, que por sinal é amigo de Zecão (namorado de Pipa, melhor amiga da Tina).
Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um discurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias.
Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.
Maurício de Souza declarou no Cultureba que este personagem é delicado, é algo que pensou bastante e decidiu colocar, pois alguns leitores colocavam a turma da Monica num universo, numa cidade, onde tudo é certinho, fora do normal, ninguém se divorcia ninguém se separa”. Assim, se tocou que realmente faltava um pouco de realidade, então optou pelo Xaveco.

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FLAMENGO

O MAIS QUERIDO DO BRASIL EM QUADRINHOS

Ser Flamengo é um estado de espírito, e nas histórias em quadrinhos deste livro, publicação da Editora Globo, autoria e ilustração de Ziraldo Alves, você vai encontrar o que precisa para curtir ainda mais esta paixão: a origem, os ídolos, os símbolos, as maiores vitórias em todos os tempos...Tudo, enfim, sobre o Mais Querido do Brasil. Saudações rubro-negras. E boa diversão!
Ziraldo sempre dedicou sua vida à literatura e à ilustração para crianças. É artista gráfico, humorista, escritor de livros infantis, ilustrador, cartunista, caricaturista, dramaturgo, jornalista e bacharel em Direito. Sua maior criação é o Menino Maluquinho, livro que desde 1980 diverte as crianças de todo o país e já foi adaptado para histórias em quadrinhos, teatro, cinema e televisão.


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A IDADE DOS SUPER-HEROIS


Um super-herói é um personagem fictício "sem precedentes das proezas físicas dedicadas aos atos em prol do interesse público." Desde a estréia do super-herói Superman em 1938, histórias de super-heróis variando de aventuras para breves episódios contínua longos anos - Grupo sagas - quadrinhos americanos têm dominado a passagem em livros e outros meios de comunicação social. Uma super-herói feminina é muitas vezes chamada de super-heroína. Por mais definições, personagens não têm necessidade de ter superpoderes para serem considerados superheróis. O objetivo dos Super-heróis é, geralmente, a defesa do bem, da paz, o combate ao crime, tomando para si a responsabilidade de ser protagonista na luta do bem contra o mal.
O italiano Donald Soffritti publicou um livro com 40 caricaturas dos mais conhecidos super-heróis da BD e imaginou-os a todos já na meia idade ou na velhice. O resultado é muito hilário. Depois de 2 anos, com início de trabalho no Lucca Comics 2008 é apresentado o primeiro livro da coleção Super-heroies Decadentes. Os pedidos foram tantos que a Editora foi obrigada a acelerar a impressão de nova tiragem.
A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, ame de verdade, ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar e envelhecer com dignidade.

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ROBÉRIO CORDEIRO


Histórias em Quadrinhos








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Homem-Aranha ganha
versão exclusiva para a Índia!


Por Érico Borgo (Omelete)


A Marvel Comics e o Gotham Entertainment Group editora que publica os personagens da Casa das Idéias no sul da Ásia - anunciaram o lançamento de Homem-Aranha Índia.
A versão hindu do Amigão da Vizinhança utilizará os costumes, cultura e mistérios da Índia nas histórias de Pavitr Prabhakar (Peter Parker), um jovem local que torna-se o famoso herói. Pra começar, o uniforme incorpora o tipo de vestimenta utilizado por lá, com um cinto de tecido, uma espécie de saiote, calças brancas e sapatos com o bico virado. Até o logo mudou! Além disso, ele não usará luvas, mostrando que sua pele não é a branquela que estamos acostumados. Só a máscara permaneceu intocada.


O cenário - claro - também será totalmente diferente. Esqueça o Empire State e Estátua da Liberdade. O Aranha da Índia vai balançar-se pelo Taj Mahal e no meio de scooters e daqueles táxis puxados por pessoas que eles têm por lá. Os inimigos também ganharão versões locais e o primeiro será Rakshasa, um demônio mitológico das lendas hindus que lembra o Duende Verde.
A idéia é aproximar ainda mais o personagem do público, mostrando o super-herói enfrentando problemas e desafios locais. Se o projeto der certo, pode ser adaptado para outros países.




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TINTIN FAZ 75 ANOS
E GANHA NOVIDADES


Pedro Hunter e Érico Borgo

Tintin celebrou em 2006 seu aniversário de 77 anos.

Criado em 1929 pelo quadrinhista Hergé na história Tintin no país dos sovietes, o personagem tem 24 álbuns gráficos em quadrinhos, traduzidos em 50 línguas. Ao todo, já foram vendidos mundialmente cerca de 200 milhões de exemplares dos álbuns do intrépido jornalista e seu fiel companheiro, o cachorro Milú.
Para celebrar a ocasião, o governo da Bélgica apresentou esta semana uma moeda especial de prata de 10 euros, cunhada com a figura do herói dos quadrinhos e seu cão, em mais uma prova do respeito que os europeus têm pela nona arte. Note que não existem moedas de 10 euros em circulação - o valor máximo é de 2 euros. Elas são cunhadas apenas em ocasiões especiais, quando um ícone nacional faz 75 anos, por exemplo. Confira a imagem da moeda no final da notícia.
Além disso, Nick Rodwell, atual marido de Fanny, viúva de Hergé, e administrador da Fundação Hergé - que cuida dos direitos do personagem -, declarou para a edição de janeiro de uma revista francesa que o cineasta Steven Spielberg está próximo de fechar um contrato para a produção de três (!) filmes do repórter belga.
Segundo Rodwell, Spielberg pagará algo em torno de 2 milhões de dólares pelos direitos para realizar as três adaptações. Os filmes devem ser baseados em dois álbuns cada. O primeiro terá como base O Segredo do Licorne e O Tesouro de Rackham, o Terrível, o segundo reunirá As Sete bolas de Cristal e O Templo do Sol e o último, que usará o personagem Tchang como fio condutor da trama, vai adaptar O Loto Azul e Tintin no Tibet.






0 EFEITO MANGA


Dos duelos e personagens estilizados a decupagem detalhista, que torna os dialogos acessorios e as explicações desnecessárias,
o manga japones se impoe e inspira cineastas do leste e do oeste.


Por Juliana Parente



Ferimentos que provocam jorros caudalosos de sangue, espada repletas de firulas, golpes marciais precedidos par acrobacias impossiveis: voceja viu essas cenas no cinema. Seja usadas com ironia-como na sequencia em que Uma Thurman mala 88 espadachinesa em um restaurante em Kill BiLl: Volume I (2004) -, seja sena minima, como nas comercialissimas series Matrix, As Panteras e Missão Impossível. 0 que elas tem em comum? Como os enredos nonsense... a dramaticidade e a decupagem detalhista que fragmenta, para maximo efeito narrativo, transformacões sufis na expressão dos personagens ou no cenario, as lutas encenadas, coreografadas e estilizadas são características do manga, genero de história em quadrinhos que movimenta milhões no mercado editorial e de entretenimento japones e vem servindo, cada vez mais, de inspiraçaão para cineastas do Oriente e do Ocidente. Em muitos casos, os mandamentosdo manga que se origina da influencia da era de ouro dos quadrinhos americanos, nas decadas de 40/50, sobre os desenhistas japoneses - ressurgem transpostos para um imaginario francamente ocidental. Como no combate entre motocicletas de Missão Impossível 2.(2000): no fim da cena, os tais veiculos se chocam no ar, como fariam em um manga, tais mestres de luta. Se Tarantino.. que bebeu muito no cinema de arte asiatico, se aproxima mais integraImente da linguagem dos japoneses - em Kill Bill: Volume I, usa sete minutos de manga anima- do para contar o assassinato dos pais da poderosa 0-Ren Ishii (Lucy Liu) -, 0 sul-coreano Park Chan-wook vai mais Ionge. Seu Bad Boy (2003), sensaçao no ultimo Festival de Cannes, e baseado no manga homonimo de 1997, em que um sujeitoque ficou 15 anos preso sem saber o motivo e salto busca vingança.
Quase sem palavras o que ha de tão universal nos mangas que justifique seus trejeitos contaminarem cineastas de culturas tao diversas? TaIvez o rata de ser um exercicio intensivo de narrativa majoritariamente visual. A busca de economia de texto (leia o boxe Isto e manga) explica a ênfase nos detalhes, que destrincham as sequências de acontecimentos e tornam diaIogos acessórios e expli cações desnecessarias. Rodapes explicativos sao raros.
Eficientes para narrar, os mangas podem contarde historias infantis ate a vida de Buda - como fez Osamu Tezuka, criador do estilo de desenho tipico do genero, nos 14 volumes de Buda, que a Editora Conrad começa a lançar no Brasil no anoque vem.

È importante ressaltar que no Brasil, onde ashistorias em quadrinhos estao associadas ao público infantil e no maximo adolescente, principalmente masculino, afirma Rogerio Campos, diretor editorial da Conrad. "Buda, por exemplo, é um livro para homens e mulheres de idades diversas, com a diferença que a narrativa está estruturada em quadrinhos."
A mesma tecnica narrativa que anima os personagens de ficçãoao é usada para embalar cursosde administração e dicas de culinaria. "No japao, a segmentaçãode publico é pensada a partir de dois fatores: sexo e idade", explica Alexandre Nagado, editor da revista Animax Reloaded, especializada em manga e anime, desenhos animados japoneses feitos com base nas historias em quadrinhos (leia o boxe o tripé japones). "40% do papel impresso no japão é gasto com a publicação de quadrinhos, um mercado que é 17 vezes maior que o americano e supera o europeu 30 vezes", diz o editor da Conrad que vende, em media, 200 mil exemplares mensais de mangas e detem 47% do mercado nacional.

Milionários e irresponsáveis


Nada que se compare aos numeros japoneses: só Shonen Jump, uma das revistas de manga mais vendidas na ilha, ..tem tiragem em media de 3milhoes de exemplares...com previsão de 5 milhoes.
O sucesso do gênero é tamanho que há espaço mesmo para publicaçoes experimenta, títulos de tiragem menor mas que se tornam conhecidos por mudar os rumos da linguagem. A revista Garo é um exemplo: focada em novos desenhistas, revelou nomes como Suehiro Maruo, 0 sofisticado desenhista de 0 Vampiro que Ri, tambem .lançado aquí pela Conrad. "Ele tem um tom surrealista que lembra Bunuel", diz Rogerio Campos.
Mangas adultos, como os produzidos por Maruo, sao chamados gekigd (Iê-se guequiga) no japao. Em traduçao livre; o termo significa "desenhos irresponsavels". Irresponsaveis ou não, eles seguem os mandamentos dos editores, como o que proibe mostrar genitais femininos ou masculinos nas revistas.

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BANGUÊ





Se você que saber tudo sobre a memória açucareira do Recôncavo baiano, navegue pôr bangüê. Os textos de Viraldo tratam basicamente de engenhos, usinas, negros, escravos, capelas, sobrados, cana, canavial, massapê, carro de boi, senhores de engenhos, elementos responsáveis pela indústria da cana de açúcar no Recôncavo baiano, desde a colonização do Brasil.

Bangüê é...
Bangüê é uma peça de madeira que tem a forma de um agá maiúsculo deitado. Para utilizá-lo são necessárias duas pessoas que seguram as duas pernas paralelas do H. O objeto conduzido fica apoiado no pequeno lastro que une os caibros paralelos.
A inspiração para o nome dessa pequenina página, não decorre do H, mas carece também de mais de uma pessoa para fazerem o papel de transporte.
O Bangüê que dá nome ao jornal vem de engenho, engenhoca; uma forma de engenho bem rudimentar, primitiva.
Para quem viveu a época das usinas; quem apreciou a ranger dos rodeiros dos carros de boi em Terra Nova, poderia até ouvir os sons daquele bangüê de fogo morto, movido por bois; poderia imaginar alegria até mesmo dos escravos, no início da moagem no dia da botada.
Botou o engenho a moer. Com estas palavras era registrado o grande acontecimento do ano, o inicio da safra. ...." No dia marcado, o pároco, ou capelão, residente rezava a missa, abençoando o engenho, na presença do proprietário e sua família... No local da moenda, escravos e homens livres reuniam-se para ouvir as preces.... mais tarde havia um banquete na casa grande, e os escravos eram presenteados com garapas.

Segredos Internos Stuart B Schwartz pág 96



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A BAHIA PARTICIPA DO DESENVOLVIMENTO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PAÍS, COMO MANIFESTAÇÃO CULTURAL.



Na Bahia, Robério Cordeiro da Silva e Cedraz, estão desenvolvendo um ótimo trabalho como desenhistas, reteiristas e editores de LAZER, primeira revista de História em Quadrinhos e passatempos, da Bahia. Como desenhistas de HQ, podem ser observados os trabalhos publicados na revista. O público terá oportunidade de conhecer os trabalhos de Robério, sendo que os de Cedraz já são conhecidos através de Xaxado, um personagem baiano que possui tirinha diária no Jornal A TARDE.
Como editores, pode ser citado a iniciativa da produção e publicação da revista e a oportunidade que eles ofereceram aos outros desenhistas. Assim, a Bahia está conseguindo mostrar os seus quadrinhos, seguindo o caminho aberto pêlos compositores, cantores e cineastas baianos, mostrando que Robério e Cedraz não estão indiferente às manifestações culturais que estão ocorrendo em outras partes do Brasil.






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LIVROS E PUBLICAÇOES



Os principais jornais baianos deram destaque ao pioneirismo de Lazer, a exemplo do Jornal A TARDE, TRIBUNA DA BAHIA, A PALAVRA e CORREIO DA SERRA (Jacobina), FOLHA DO NORTE e FEIRA HOJE (Feira de Santana), NA ERA DOS QUADRINHOS (fanzine publicado pôr Gutemberg Cruz).
Em meio a uma espessa floresta de revistas do Batman, Superman, Mickey, Tio Patinhas entre outras enlatadas, apareceu a pequenina Lazer. A importância dessa revista editada e escrita totalmente na Bahia -, cujo título já traduz tudo, é criar no leitor algo que preencha o tempo de maneira agradável, indo mais além, vez que um dos aspectos que os desenhistas como Robério, Cedraz e Péricles e Setúbal estão atentos é o caráter crítico de seus personagem. Eles traduzem a curiosidade e o espanto típico da criança sem recorrer à ingenuidade, a exemplo de Pintinha, que dialoga com Robério Cordeiro, seu autor, que sempre procurou inovar.
Assim, como nas demais manifestações artísticas, cruzam-se varias correntes e direções, das mais tradicionais às mais experimentais. Ocorre com os quadrinhos na Bahia o mesmo espírito de reforma que vem atingindo outras artes.




Robério Cordeiro, 2001 - Pintura a óleo sobre tela - 0,70 x 0,50m




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UM POLO DE HUMOR NO ESTADO




Robério Cordeiro se graduou em Artes Plásticas, especializando-se em Crítica de Arte. Desenhista desde os doze anos, sobreviveu como publicitário (ABC, Publivendas, Sicla Comunicações, Senac-Ba.) e Programador Visual, criando cartazes, logotipos, folders, até retornar ao grafismo. Junto com seu conterrâneo Cedraz, Robério Cordeiro publicou, nos anos 70 três números da revistinha infantil Lazer, combinando quadrinhos e passatempos. Após essa experiência, Robério integrou o grupo de desenhistas Boa Idéia, que promoveu exposições de cartuns de gente como Setúbal, Caó, Nildão e Zé Vieira, além dessa dupla.
Atualmente, Robério é Professor do Centro de Educação de Adultos da Bahia - CEA, lecionando História da Bahia, Cultura Baiana e promovendo oficinas de arte e História em Quadrinhos. Robério Cordeiro é Programador Visual da TV Educativa da Bahia, onde vêm atuando como designer gráfico, desempenhando atividades na criação de capas dos Boletins Informativos do IRDEB, bem como capa de documentários, a exemplo da Série Bahia, Singular e Plural.
Trabalhos de Robério também já foram publicados na Tribuna da Bahia, no extinto Jornal da Bahia e no Suplemento Infantil do Jornal A Tarde, além de Ter realizado ilustrações para várias publicações nacionais, a exemplo da capa do Romance A Prostituta Virgem (Luiz Ademir), Roteiro Poético de Bonfim (Omar Carvalho), A dança do Beija-flor (Lula Carvalho), Série Brincando e Aprendendo, Descobrindo a Gramática (Governo da Bahia, Sec, Funtevê), História da Bahia, Supletivo de 1º Grau, Metodologia da Matemática, O Grão da Terra (projeto emergente de poesias), Prática de Fiscalização em Indústria Madeireira (04 vol. EAF), A Maja Desnuda (Prof. Remy de Souza), Português por Correspondência (15 volumes- MEC), Educação Musical Método Willens (Carmem Mettig), entre outros.






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ARTES PLÁSTICAS



Se você quer saber sobre Artes visite um blog voltado para as artes plásticas e que trata deste assunto com bastante profundidade. Guache Marques, Com o intuito de estabelecer com outros artistas e internautas um fórum de discussão das questões pertinentes à arte, seus conceitos e sua controvertida comtemporaneidade, interage, ao mesmo tempo em que mostra alguns dos seus trabalhos. O blog também divulga Links interessantes, textos de críticos e curiosidades. Leiam, participem e divulguem!
e-mail do artista: guachemarques@pop.com.br




Guache Marques, 2003 - Painel feito com recursos do Photosh


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EDIÇÕES COBRA



Robério Cordeiro da Silva e Antonio Luiz ramos Cedraz fundaram as Edições Cobra na década de 80 e lançaram a revistinha de histórias em quadrinhos e passatempos, intitulada Lazer, na qual despontaram personagens baianos muito simpáticos, como a Niquita (de Dilson Midleg),a Bartira (de Calafange), o Joinha (de Cedraz) e a Pintinha, personagem muito criativa e cheia de vida (de Robério).
Atualmente a Editora Cedraz publicou a Turma do Xaxado nº 3. Neste novo livro da turma do Xaxado, temos mais uma seleção de tiras da turminha mais brasileira das histórias em quadrinhos. O pequeno cangaceiro de Cedraz desperta interesse, porque leva uma vida simples, porém difícil e perseverante, marcada pela realidade cruel da seca.
As tiras de Xaxado começaram a ser publicadas em 1998 no jornal A Tarde, de Salvador, e desde então já saíram em livros didáticos, jornais de diversas partes do Brasil, revistas da Editora Escala e na Internet. É uma turminha que valoriza a nossa cultura e o modo de ser do povo brasileiro.


VISITE O SITE www.xaxado.com.br


Deu XAXADO, outra vez


Mais uma vez a Turma do Xaxado, criação do baiano Antonio Cedraz, ganhou o troféu HQMIX como a melhor revista infantil do ano, revista Minha Revistinha. O HQMIX é considerado o Oscar das histórias em quadrinhos brasileira e a turma do Xaxado ganha pela quinta vez. Isto demonstra a seriedade e o carinho que Estúdio Cedraz tem com o trabalho, feito com dedicação e com os olhos voltados para o nosso Brasil.
Xaxado volume dois
Após dois anos da publicação de Xaxado Ano 1 , Antonio Cedraz anuncia o lançamento do segundo volume da coleção, que publicará em ordem cronológica todas as tiras da Turma do Xaxado. Xaxado Ano 2, com prefácio do jornalista João Carlos Sampaio, apresentará as tiras 366 a 730 e será lançado no dia 3 de setembro de 2006, às 17h, na Bienal do Livro da Bahia (que acontecerá nos dias 2 a 11 do referido mês), no estande da Câmara Baiana do Livro.
Com essa iniciativa, Cedraz dá continuidade à coleção que oferece aos leitores a oportunidade de conhecerem o início e a evolução de cada personagem da Turma, que já recebeu apoio institucional da UNESCO e ganhou quatro prêmios HQ MIX.



Reinaldo Gonzaga



Nascido em Buerarema, Bahia em 1952. Formado em Artes Plasticas, pela UFBa. Atualmente é Ilustrador e infografista do Jornal A Tarde, e Programador Visual do Irdeb . Participou de varias exposições coletivas de arte. Ilustrador e Capista de varios livros e revistas, entre os quais, Igarapé de Adroaldo Ribeiro Costa, Grã Columbia vista e comentada, de Jorge Colman, (Editora Record), Anuário do IMIC duas edições além de Televisão e Cultura no Brasil e na Alemanha, organizado por Sérgio Mattos (Editora GRD). Reinaldo Gonzaga também participou, como Ilustrador do Projeto de Radiovisao,(Brasil- Canada),IRDEB, 1978, Ilustrador da revista em quadrinhos O Achamento do Brasil 1998.





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